domingo, novembro 01, 2009

Pão por Deus

(imagem da net)

(imagem da net)
Hoje é dia de "pão por Deus"...
Vai um bolinho?
(Hoje ainda nenhuma criança passou por aqui! Que se passa com os nossos pequenos?!)

7 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
por aqui chamamos
o " Santório "
e nada . . . se passa,
,
*****

Maria disse...

Como eu gosto de ti...

Beijinhos, e aquele abraço nosso

heretico disse...

pão por Deus? "pão que o diabo amassou..."

Paula disse...

Infelizmente certas tradições estão-se a perder....
Uma realidade triste!

Beijocas e boa semana amigona***

elvira carvalho disse...

Quando eu era menina, o dia de "pão por Deus", era um dia especial. O dia em que ganhávamos guloseimas que nem no Natal tínhamos. Quando cresci e casei, sempre me preocupava em comprar para esse dia alguns doces e certas frutas para dar às crianças.
Depois nunca mais vi as crianças pedirem o "pão por Deus" até este ano em que um grupo de 5 crianças me tocou a campainha no dia 1 a pedir o "pão por Deus".
Confesso que fiquei tão contente.
É que a história das bruxas não me diz nada e acho que não tem nada a ver com a nossa tradição.
Um abraço

Susete Evaristo disse...

Quando o meu filho era pequeno (8 anos)um dia de 1º de Novembro pediu-me para ir brincar com os amiginhos na rua, eu deixei mas quando o chamei para almoçar nem Kiko nem Francisco me respondia.
Vim para a rua de chinelo no pé. Procurei, procurei e nas redondezas nada, a minha aflição crescia à medida que as horas pasavam até que alguém me disse que o tinha visto, numa rua bem longe de casa (dada a idade que tinha) a pedir pão por deus.
Bom, primeiro é que desconhecia tal tradição, pois na minha terra não existia, (o 1º de Novembro era o dia que tradicionalmente se ia ao cemitério) depois por se ter ausentado durante horas sem minha autorização... e aí vou eu Monte Abraão abaixo, encontro-o com um saco de plástico com rebuçados, chocolates e bolachas, assim que me viu apanhou um susto daqueles tal era a minha cara.
O castigo foi não só ouvir um sermão daqueles como não comer qualquer das goloseimas pois foram oferecidas por ele ao longo do dia a quem bateu à porta.
No dia seguinte e porque a minha consciência ao fim e ao cabo estava um pouco pesada pelo sermão passado, saímos os dois e proporcionei-lhe um dia de festa.
Serviu-lhe porém de emenda e nunca mais pediu pão por deus.

Susete Evaristo disse...

Falta dizer para quem possa achar a minha atitude exagerada que este episódio aconteceu 2 meses depois da morte do meu marido.